34º Congresso Espírita de Goiás

34° Congresso Espírita de Goiás
Ciência, Filosofia e Religião
150 Anos – A Gênese
Em busca de Deus

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Síntese das Palestras

“Vossos filhos e filhas profetizarão” – Sérgio Lopes

Sérgio Lopes em sua abordagem paternal onde alia na medida certa a seriedade e a doçura de quem educa, convocou a todos os espiritas ao estudo e trabalho interior. Com gravidade chamou-nos a atenção para que não sejamos espiritas apenas envernizados pelas palestras, que estas sejam impulsos para maiores conhecimentos e reflexões pessoais.

Nos apresentando um breve panorama de o livro “A Gênese”, ressalta que o processo de evolução e, por conseguinte o de transição planetária não se dá em anos, mas sim em séculos e das as implicações desta fase conhecida por nós como “Regeneração”.

Sérgio nos explica que uma das mais tristes e graves características desta fase são as doenças mentais. Ansiedade, depressão, bipolaridade, transtornos psicológicos de todas as ordens. Os conflitos nos relacionamentos não são uma coincidência nesta fase, por isso é urgente que mudemos o foco de “Regeneração do planeta” para “Regeneração do ser”. O alerta é para que fiquemos cientes de que quantos mais convites tivermos para o trabalho interno de melhoria pessoal, mais conflitos teremos de enfrentar em nossos lares, trabalho, sociedade e claro, nas casas Espiritas.

Neste contexto percebemos a importância de retomar Kardec, diz Sérgio. Transição Planetária não se dá em “congresso” espirita, o trabalho se dá “lá fora” onde seremos experimentados e lapidados. Nestes momentos clamamos por Deus, mas não existem soluções rápidas para nossas dificuldades e não há meios de encontrar a Deus sem encontrar a si mesmo e ninguém encontra a si sem ir ao encontro do outro. Está aí então a importância da regeneração dos relacionamentos consigo e com o próximo. Os filhos e filhas que profetizarão somos nós mesmos.

Sendo assim, como aceitar tantas desavenças nos lares espiritas? Sérgio clamou por Paz. Por que tantas brigas? Tantos desentendimentos e divisões? Ele completa alertando para que os cargos e tarefas nas casas espiritas não sejam vistas como ambição, mas sim como oportunidades de trabalho. A falta de cuidado com a tão faladada Reforma Intima está abrindo as portas das nossas instituições para os temidos obsessores, que estão em processo de ferrenho ataque às casas Espiritas.

Em tom de imperioso apelo o grande estudioso nos pede humildade para olharmo-nos e encararmos de frente nossas mazelas.

             Para finalizar Sérgio se utiliza da oração chamada por ele de “a oração da Competência” “Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz…” A grandiosa oração do pobrezinho de Assis que trata claramente da capacidade de trabalharmos juntos para a construção de um mundo interno regenerado. Que a nossa paz seja conquistada e que a levemos onde quer que formos.

“O Bem e o Mal Sofrer” – Eulália Bueno

Iniciando sua exposição recitando a letra de Tim e Vanessa, “Aos pés do monte”, Eulália Bueno trás para sua palestra o aconchego de uma boa conversa, mas não sem a seriedade necessária aos assuntos urgentes da renovação interior.  Olhar Jesus de frente, eis o apelo, pois o momento é grave e já é tempo de ter maturidade para atendê-lo. Para nosso auxilio, temos a mensagem fidedigna de Jesus no roteiro exemplar das Obras de Kardec.

Fazendo um paralelo entre o Apostolo Pedro e nós, Eulália relembra o exemplo de superação do grande Apóstolo e nos alerta para que não sucumbamos nos primeiros embates onde muitas vezes somos facilmente vencidos. Após a queda buscamos a Deus, entramos na casa espirita esperando uma renovação imediata que nos traga a paz almejada, o que jamais irá acontecer pois para que compreendamos a imensidão do amor de Jesus por nós é preciso antes mergulhar em nossas próprias dores e compreender-nos.

Nas casas espíritas somos constantemente convidados a fazer a reforma íntima, e em passos vacilantes na busca do “Eu” caímos nas armadilhas do ego e então começamos a encontrar desculpas para nossas falhas, culpados pelos nossos sofrimentos. É chamada a atenção para que nos responsabilizemos. Muitos espíritas dizem sofrer por ações do passado, mas, e as ações presentes? Quantos de nós estamos adiando ou delegando responsabilidades que são nossas agora? A educação dos filhos, o amor aos pais, a atenção aos amigos são exemplos simples.

Compramos e oferecemos aos nossos filhos “estilo de vida” acreditando que a materialidade vai nos transformar em seres valorosos e bem-sucedidos. Porém, quantas vezes acordamos angustiados, ansiosos e não sabemos definir o que está acontecendo conosco? A angustia é o apelo do coração para o autodescobrimento. O desânimo diário está nos desconectando de nossa própria essência e de Deus; e nós, como Pedro sobre as águas vacilamos na fé. Culpamos então a família, a crise, o país. A revolta se torna o pão de cada dia.

Devemos nos dar conta de que as dificuldades, os desafios estão nos cobrando melhorias, mudança de conduta. Eulália Ressalta que se não é fácil mudar hábitos simples da vida diária imaginem mudar hábitos cultivados em diversas encarnações. O caminho para ser um homem novo é sim cheio de percalços e cada um deles é imperativo para a reforma urgente do homem velho. Nas palavras da oradora “O sofrimento é a incompreensão, a forma como eu encaro a provação. Só as provas bem aceitas nos levam a Deus.”. Sob a ótica do desânimo uma gota d’água se transforma em uma tempestade. 

Um meio seguramente eficaz para o entendimento das vicissitudes é mudarmos a pergunta de “Por quê?” para “Para quê?”. Pois Deus tem um propósito para todas as coisas, é preciso domar o orgulho quando a aflição chegar, visto que a Terra a ser herdada é a terra da própria alma. O que estamos plantando em nós?

Aceitemos o convite de Jesus. Visite, revisite, reviste os porões da sua alma. É um processo doloroso mas temos ao nosso lado o Consolador prometido. Todos nós estamos sendo duramente desafiados porque é imprescindível sermos em um mundo regenerado, homens e mulheres regenerados. Não basta conhecer a Boa Nova, é preciso compreender e viver a Boa Nova.

 

“São chegados os tempos” – Divaldo Franco

O amado e querido Divaldo Franco com muita suavidade vem nos alertar para a urgência de voltarmos a Jesus. Somos ricos em tecnologia, mas ainda muito pobres em ternura. Os tempos são chegados e é preciso pastorear nossas imperfeições e apascentar nossos “demônios”.

 

“Os milagres do Evangelho” – Haroldo Dutra Dias

Com seu conteúdo recheado de conhecimentos que nos alimentam a inteligência e a emoção, Haroldo Dutra começa sua oratória nos dizendo do advento da revelação Espirita vinda no século XIX, “O século da razão”. Eis que ali no ambiente Europeu, ela encontra a fé colocada cegamente na razão e com ousadia propõe uma aliança entre religião, filosofia e ciência. Posteriormente, após a primeira e a segunda guerras, onde o abandono da sensibilidade era revisado e as pessoas estavam cansadas de tanta racionalidade puramente humana é que O Consolador entra em ascensão pois trazia consigo uma proposta integradora e que convidava o homem a desenvolver suas potencialidades.

Munido destas informações sutilmente e com muita lucides Haroldo nos faz perceber que o ambiente atual está novamente inóspito, áspero; vemos espiritas céticos diante das realidades espirituais. Nos damos conta disto quando ele diz a plenos pulmões “A codificação Espirita não se deu de um delírio de Kardec!”, e nos relembra as inolvidáveis irmãs Fox, mesas girantes e das diversas manifestações espirituais que ocorriam em todo o orbe. Diz seriamente ” Corpo espiritual é uma realidade que obedece a leis tão imutáveis quanto as que dirigem a matéria.” Parece redundante ou absurdo ter de ouvir estas afirmativas básicas no ano de 2018 em um dos maiores e mais importantes congressos espiritas do mundo, mas o apelo existe! Se houve esta rogativa é porque muitos de nós estamos neste grave momento negando princípios básicos da codificação. Estamos no alvorecer da aurora dos novos tempos como Pedro a negar Jesus antes que o galo cantasse.

Ainda é preciso que um expositor do gabarito de Haroldo Dutra Dias precise exclamar ” Espiritas! O maior milagre é que a morte não existe!”. Jesus a mais de 2000 anos não só pregou como demonstrou esta grande verdade. Foi este então o seu maior milagre, nos provar que a morte não existe. E ainda hoje como Tomé queremos tocar nas feridas para crer.

Quando pensamos em milagres do Evangelho lembramos somente das grandes curas, porém, cada mínimo gesto de Jesus possui significado e o sentido é sempre uma lição preciosa. Diz Haroldo “Ele ensina quando cura e quando deixa de curar. Ensina sempre. Para você encarnado? Não! Para o espirito imortal.”  O evangelho é mensagem para imortais. Somente quando o exemplo Divino de Jesus brilhar em nossos corações seremos espontaneamente bons.

 

“Perda do Paraíso” – Simão Pedro

Simão Pedro nos traz em sua explanação a visão do Paraíso descrito na Gênesis Bíblica. No Jardim do Éden o hálito Divino pairava sobre todas as criaturas. Adão, Eva e o pecado original. Dentro desta primeira imagem da Gênesis, uma parábola atemporal, encontramos diversos símbolos que nos remetem à evolução do ser, de nós mesmos. À medida que levanta o véu da incompreensão Simão nos faz questionar alguns absurdos encrustados na narrativa e nos ensina então o que vem a ser o “absurdo plausível”, que são verdadeiramente lacunas que nos dão as chaves para a compreensão de todas as parábolas, estas chaves fazem a ligação entre a história contada e as pessoas que as ouvem.

Com humor nos esclarece que Eva era de fato um projeto melhorado de Adão. Eva sabe dialogar, questionar e por isso adquiriu conhecimento. O que havia sido dito por Deus a estes dois, até então, era que se comessem do fruto da árvore proibida eles morreriam, porém, a astuta serpente revela a Eva que na verdade ao comer do fruto ela seria detentora do conhecimento do bem e do mal e que, portanto, seria como Deus. Desejando ter entendimento Eva come do fruto e o dá também a Adão.  Sem adentrar profundamente nas motivações para a primeira e original desobediência humana, destacamos aqui a necessidade de transformação, de sermos melhores. Diz Simão “que possamos ser força não de conservação, mas força de transformação”. Para um ser estagnado qualquer tentativa de mudança é extremamente dolorosa e a ele parece entrar em um processo escatológico. O fim do mundo se apresenta e entramos em desespero. Como Adão culpou Eva quando questionado por Deus, nós também, infantilmente buscamos culpados para nossas “desatenções” para com as leis Divinas. Aceitemos o processo de fim em nós, fim do homem velho, fim da ignorância. Jesus disse que não nos deixaria órfãos e como cumprimento da promessa nos enviou o Consolador; saibamos honrar o imenso amor de Cristo por nós. Saibamos acolher ao convite de voltarmos ao paraíso nos braços de Deus. O Consolador nos conclama a sermos Homens de Bem mesmo após termos conhecido todo o mal que havia em nós.

 

“Deus e eu” – Rossandro Klinjey

Rossandro com toda a sua sensibilidade nos trouxe a presença de Adriana Mello, médica especialista em medicina fetal, para que ela expusesse a grandiosidade do trabalho que está sendo realizado na Paraíba em auxilio sem precedentes às crianças que sofrem de microcefalia e consequentemente o auxílio às famílias. Com a generosidade da ONG Fraternidade sem Fronteiras que abraçou esta causa no ano de 2017 nos palcos do Centro de Convenções durante o 33° Congresso Espirita de Goiás, Adriana juntamente com outros profissionais estão conseguindo levar vida a dezenas de crianças.

E assim, em meio a lágrimas de gratidão, sentindo Deus em nós no exemplo vivo de amor ao próximo é que se deu início às considerações a respeito de “Deus e eu” por Rossandro Klinjey, que diz que Deus além de ser a causa primeira de todas as coisas é a causa primaria da “minha vida”. É preciso construir essa relação com Deus e só começaremos esta construção quando adquirirmos maturidade emocional o que só será possível quando deixarmos de ser infantis em nossos relacionamentos.

Patrocinamos Sofrimentos voluntários, não somos competentes nas relações e acreditamos que erudição vai nos trazer automaticamente maturidade espiritual.

Frequentemente nos perguntamos o que queremos para nossas vidas, mas esta não é a pergunta certa. A questão é ” O que Deus quer da minha vida?”

O sonho de Deus será sempre maior que o nosso.

 

“O que a doutrina Espírita traz de novo?” – Ana Tereza Camasmie

Com sua fala maternal Ana Tereza Camasmie nos convida a reflexões filosóficas a respeito dos propósitos e sentidos da vida.

Acredita-se muito frequentemente em ser o instinto que nos move, outros acreditam que o que os move é a razão, mas somente o propósito, o sentido é que nos faz caminhar, seja para o nosso bem ou seja para nosso mal. Dentro deste contexto o que o espiritismo nos traz de novo? O Espiritismo traz um novo sentido para nossas vidas, nos faz rever conceitos, preferencias, o que antes nos provocava prazer agora já não faz mais nenhum sentido. Entender-se como ser imortal muda nosso olhar sobre as coisas.

Em seu caráter de Revelação o espiritismo traz a verdade que nos liberta do sono da ignorância, dos nossos medos mais profundos. Porém é preciso que haja amadurecimento, pois sem ele é impossível acessar toda a magnitude do Consolador prometido. No presente nível evolutivo ainda existe o prazer com o sofrimento, desta vertente surgem as reclamações e queixas o que gera desconexão com o verdadeiro sentido da vida e frequentemente a pergunta “o que a vida quer de mim?” nos leva à tão temida  crise existencial. Ana Tereza nos fala da paciência que precisamos na busca por amadurecimento pois que nada dá saltos na natureza. O processo de amadurecimento se dá em pequenos propósitos e estes caminham para propósitos maiores.  As crises chegam para desestabilizar nossas convicções, valores, o que abre a possibilidade de um novo sentido se estabelecer. “Valores velhos dando espaço para valores novos”.

A nós espíritas não basta sabermo-nos espíritas, mas sim vivermos como espíritos, nos entendermos como espíritos e lembrar do fato que somos espíritos imortais.  Nos tornamos obsessivos e neuróticos quando não nos desapegamos dos nossos antigos valores. Portanto o amadurecimento se dá no desconforto, ao entrarmos em guerra conosco mesmos para que o obsoleto em nós possa ser aniquilado. Sem travar este embate permaneceremos apaixonados pelas nossas próprias ideias e este é um meio muito eficaz de se plantar sofrimento. Cada vez que nos fechamos ao novo mais sofrimento plantamos, mais sofrimento colheremos.

Ana Tereza nos remete a uma seríssima observação sobre o “Não furtarás”, muito equivocadamente acreditamos que só se furtam bens materiais.

Como está sua relação com o próximo? Qual a sua contribuição para o desenvolvimento da sua família?

Será que não estamos furtando sonhos com nossa indiferença?

Furtando alegria de viver, fé, esperança e confiança com nosso mau humor, intolerância e desamor?

E dentro do lar espirita, estamos dando o verdadeiro sentido para nossas ações?

As tarefas assistenciais não são importantes porque auxiliam o próximo, mas em primeiro lugar, são importantes porque trabalham a nós mesmos e é esta a finalidade do trabalhador, seu próprio crescimento como ser humano que amadurece e aprende a amar.

Devemos nos perguntar: ” O que eu devo fazer para ter a vida em que o que há de melhor em mim se manifeste?” “Minha vida serve a Vida?” “Senhor que queres que eu faça?”

Não há ninguém no mundo que um dia irá chegar e cumprir o seu propósito de vida, pois que o verdadeiro propósito de nossas vidas, já dizia Chico Xavier, é aprendermos a amar.

 

“O Papel da Ciência na Gênese” – Artur Valadares

O jovem Artur Valadares inicia sua apresentação fazendo uma breve reverência a Kardec, atestando não só a grandiosidade da sua codificação como também enaltecendo o legado que veio antes da obra, que foi nada menos que a sua maneira de agir com prudência na construção dos pensamentos, o tratamento das ideias, a elegância de seu caráter ao discordar mesmo daqueles que o atacavam e divergiam. E assim, nos convida a mergulhar na lucidez do espírito de Kardec. É preciso não ler Kardec, e sim estudar Kardec.

Em cada Obra é impressionante o poder de síntese de Kardec o que é característica dos grandes missionários. Um homem de ciência convidando a religião a se renovar e se reencontrar em pleno século XIX. Dentro deste contexto via-se uma Gênesis analisada sob a estreiteza de raciocínio humano e, portanto, as verdades eram mantidas sob o véu das alegorias e a religião se transviou da busca das respostas para as perguntas mais fundamentais: quem somos e para onde vamos. Com isto a limitou e apresentou de acordo com seus interesses. No meio deste cenário a 150 anos nascia o livro “A Gênesis”, destinada a levantar o véu da ignorância e unir ciência e religião, pois que um nunca será bem compreendido sem o outro.

Artur finaliza dizendo da importância de meditarmos mais sobre a Gênesis para renovarmos nossa compreensão.

A Árvore do Cristianismo é maravilhosa, porém, se formos maus jardineiros a teremos sempre mirrada e sem vida dentro de nós.

 

“A Gênese, Filosofia e Religião em busca de Deus” – Divaldo Franco

Muito inspirado Divaldo Franco discorreu sobre o tema do 34° Congresso Espírita de Goiás. Para ilustrar a busca pelo autoconhecimento ele nos narra a história do lenhador que por toda a sua vida ouvia uma voz a dizer-lhe “homem, entre na floresta” e a cada vez que ouvia esta voz interior ele saia em busca de conquistas materiais que só o distanciava da felicidade. Por fim, em sua velhice, mais uma vez ouve a voz “homem, entre na floresta” e só então ele compreende que a floresta era seu próprio “eu”. Adentrando na floresta do ser ele encontra finalmente a tão almejada paz.

E ele continua: “Vivemos a Era do “Tenho, mas não sou'”. O Hedonismo na busca insana pelo prazer carrega consigo o masoquismo de quem se compraz no sofrimento e o sadismo de quem se compraz com o sofrimento do outro. Divaldo analisa estas características da atual sociedade sob a ótica da ciência transpessoal, que diz que “o verdadeiro motor que nos impulsiona não está ligado à satisfação de nossas necessidades básicas, mas sim, ao anseio pela transcendência”. Como na Ciência transpessoal onde o laboratório é o próprio ser, Divaldo esclarece que a ciência dos espíritos não se encontra em provetas mas sim no laboratório do espirito que é a própria mediunidade.

Adentremos a Floresta. Aremos a terra de nós mesmos com as ferramentas disponibilizadas pelo Cristo. Só o autoconhecimento nos libertará da infância espiritual e toda a sua imaturidade. Reflitamos nestas verdades e busquemos mais bagagem para a grande e longa viagem para dentro de nós mesmos.